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Quanto custa viajar? Aprenda a calcular as despesas da sua próxima viagem

Planejar a viagem deve ser tão divertido quanto realizá-la. Confira dicas para você ir e voltar do seu destino sem surpresas no orçamento.



Quanto custa viajar: ilustração dividida em três cenas. Na primeira, uma mão escreve em um bloquinho. Na segunda, um rapaz olha pela janela do avião. Na terceira, há um copo com drink e um óculos de sol sobre uma mesa, iluminada pelo por do sol. A ilustração tem tons de roxo, laranja e amarelo.

Você há de concordar: toda hora pode ser uma boa hora para viajar. Seja no período de férias, seja num feriado prolongado ou naquele fim de semana de tempo firme, oportunidade é o que não falta. Já o dinheiro… Nem sempre ele acompanha o ritmo das nossas vontades, mas isso não significa que não dê para sair de casa – com planejamento e organização, os custos da viagem dos sonhos podem se adequar ao seu orçamento, seja ele grande ou pequeno. 

Confira, abaixo, algumas dicas que podem te ajudar a calcular quanto custa viajar. 

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Afinal, quanto custa viajar?

A resposta, como quase tudo que envolve variáveis, não é exata. Viajar pode custar muito caro ou muito barato, a depender do que é prioridade para o viajante. 

Tem quem prefira abrir mão do conforto e de algumas regalias para passar mais tempo no destino. Outros preferem viajar em grupo para dividir as despesas. Há quem não se importe em passar mais tempo no deslocamento para priorizar a acomodação. O segredo aqui é definir qual é o seu perfil e começar pelo que vai custar mais caro: a escolha do destino e a compra das passagens.  

Viajar pelo seu estado pode ser mais barato do que sair do país, mas se você não abre mão de uma viagem internacional, a melhor opção é buscar por destinos menos explorados. A regra é clara: países muito procurados por turistas são, consequentemente, muito mais caros. 

Quer ver um exemplo prático? Em 2019, o país mais visitado do mundo foi a França: quase 90 milhões de turistas passaram por lá ao longo de todo o ano, segundo a Organização Mundial do Turismo. Só uma passagem para Paris custa, em média, R$ 2.811, segundo o buscador Skyscanner

Outro fator que pesa na balança é o efeito câmbio: por mais que a demanda por viagens tenha aumentado com a melhora dos índices da pandemia ao redor do mundo, o preço das passagens não diminuiu, pelo contrário. Como mais da metade dos custos do setor aéreo é em dólar, o preço das passagens para quem está no Brasil fica mais caro. 

O combustível também puxa esse valor para cima, pois representa cerca de 30% dos gastos de uma companhia aérea. Essas informações são da Abear, a Associação Brasileira das Empresas Aéreas. 

Há um jeito de contornar a situação e fazer a taxa de câmbio trabalhar a seu favor. Segundo um levantamento da empresa Austin Rating, todas as moedas sul-americanas se desvalorizaram em relação ao real em 2022, sendo o peso-argentino o que mais caiu, com uma queda que chega a 26,5%. O mesmo acontece no México, Egito e África do Sul. Buscar por países onde o real ocupa uma posição mais interessante pode ser uma estratégia para a escolha do destino. 

Quanto custa a passagem?

Já deu para perceber que os custos com a passagem vão tomar uma boa fatia do seu orçamento. E quem olha para esse assunto com atenção tem notado um crescimento cada vez maior nos preços. 

A inflação das passagens aéreas medida pelo IPCA, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo, do IBGE, atingiu 18,33% em maio, a maior alta do mês. Com isso, a passagem aérea se tornou a grande “vilã” do momento. 

A Anac, Agência Nacional de Aviação Civil, também acompanha a cada trimestre o sobe e desce dos valores. Até março de 2022, por exemplo, a tarifa média para voos domésticos era de R$ 548,16 – um valor 31,1% maior em comparação com o mesmo período do ano anterior. 

Já um voo internacional não sairia por menos de US$ 782,56 (convertendo na cotação atual, o resultado gira em torno de R$ 4 mil). A Ásia é o continente onde a média das passagens é mais cara. 

Os números podem assustar, mas existem formas de driblar os preços. 

Fuja da alta temporada

Depois de escolher o lugar que vai visitar, é importante definir a data da viagem para fugir do período de alta temporada, ou seja, a época do ano em que esse destino é mais procurado. 

Os meses de férias escolares (dezembro, janeiro e julho) costumam ser agitados entre as cidades brasileiras, enquanto que o período de junho a setembro é forte na Europa por causa do verão. 

As vantagens de viajar na baixa temporada são muitas: o preço das passagens é menor, a hospedagem é mais em conta, a cidade fica menos lotada e o custo dos passeios e atividades turísticas também caem. 

Mas vale lembrar que cada lugar tem uma regra própria: o segredo é pesquisar bem e trocar experiências com pessoas que já visitaram o local na mesma época em que você pretende ir, até encontrar a melhor data para você. 

Monitore os preços

Feita essa escolha, é hora de partir para o monitoramento de preços. Existem alguns sites que podem te ajudar com isso, como Skyscanner e Google Voos para viagens de avião, e o CheckMyBus para viagens de ônibus. Essas ferramentas fazem uma varredura para encontrar o melhor preço e também comparam os valores entre as empresas, sem cobrar nada por isso. 

Não desanime se você não encontrar o melhor desconto na primeira busca. Planejar uma viagem leva tempo e a antecedência será sempre a sua melhor amiga. Se você tem tempo para se organizar, com certeza encontrará os melhores preços, pois eles costumam surgir meses antes da viagem.

Como os valores mudam a todo momento, outra estratégia é ativar o alerta de preços nos sites de busca para que eles te avisem sempre que os valores para o seu destino forem alterados. Desse modo, você não perde nenhuma promoção. 

Seja flexível com a escolha das datas

Antecedência e flexibilidade são garantia de preço baixo. Se puder, evite o deslocamento nos fins de semana e feriados, pois nesses períodos os valores são maiores. Se você tem a possibilidade de partir e voltar no meio da semana, fora dos horários de pico, por exemplo, pode encontrar passagens mais baratas. 

Leve menos bagagem

As companhias aéreas costumam cobrar pelo despacho de malas e, na maioria dos casos, você pode definir essa opção no momento da compra da passagem (é mais barato do que no aeroporto). Para evitar custos extras com excesso de bagagem, aposte na ideia de que menos é mais

Mesmo em lugares onde a temperatura é muito baixa, existem truques para deixar a mala mais leve, como usar o casaco mais pesado durante o voo e investir em malhas térmicas, que são mais fáceis de carregar e reforçam a proteção contra o frio. Se você planeja passar muitos dias no destino, pode ser mais rentável (e prático) levar as roupas até uma lavanderia do que gastar com uma bagagem extra.

Abuse dos programas de pontos e milhas

Uma das vantagens do uso de cartão de crédito é justamente essa: a possibilidade de reverter os seus gastos em milhas ou pontos que te permitam comprar passagens aéreas ou outros bens de consumo. 

Como planejar os gastos de uma viagem?

Todo planejamento de viagem começa a partir de algumas perguntas essenciais, como:

  • Quantos dias você pretende ficar no destino?
  • Quais experiências você quer ter?
  • Quanto você está disposto a gastar com toda a viagem?
  • Como você planeja pagar a viagem: no cartão ou no dinheiro?
  • Do que você não quer abrir mão durante a viagem?

Pode até não parecer, mas um planejamento de viagem envolve muito autoconhecimento e a única pessoa capaz de definir o que é fundamental nesse roteiro é você.

Se a sua viagem for em grupo para amenizar os custos, é necessário chegar a um denominador comum sobre esses pontos. 

Procure entender o que faz mais sentido dentro do que você ou o seu grupo buscam, trace um plano e, o mais importante, não se martirize: se extrapolar um pouco em um dia, é só compensar mais no outro. Depois dessa análise, você pode recorrer a algumas ferramentas para calcular cada gasto. 

Custos com hospedagem

A hospedagem é o segundo item mais caro da viagem. Os custos, como sempre, variam muito, mas as mesmas regras das passagens se aplicam aqui também: compre com antecedência para não correr o risco de pagar caro na pior acomodação. 

Quando o assunto é hospedagem, você pode se valer de buscadores como Booking.com. Nestes casos, a leitura das avaliações é uma parte importante do processo. Saber o que foi dito por outros viajantes sobre um hotel ou resort pode te poupar de ciladas. 

A escolha da hospedagem passa também por questões particulares. Você é do tipo que prefere a comodidade de um hotel ou lida bem com a ideia de dividir espaço com outras pessoas? Se for a segunda opção, um hostel é uma alternativa barata. No caso de quem viaja em grupo, pode valer a pena alugar uma casa só pra vocês e dividir o valor. 

Custos com alimentação

Estipular um limite de gasto diário para a alimentação ajuda a manter o orçamento de viagem nos trilhos. Para definir esse limite, comece pesquisando o cardápio e os preços dos restaurantes que você quer conhecer e multiplique esse valor pelos dias em que você ficará na cidade.

A busca pelos preços pode ser feita nas redes sociais ou no site dos restaurantes. Muitos deles oferecem descontos ou combos especiais em horários específicos, como no almoço ou happy hour. Se for o caso, você pode se organizar para fazer a visita em um desses momentos. Outra dica é: evite restaurantes, cafés e bares no entorno de atrações turísticas muito importantes. Eles geralmente são mais caros e não necessariamente entregam o melhor serviço. 

Custos com transporte e passeios

A primeira coisa a se fazer é listar quais lugares você vai visitar e a distância entre eles. Se for um trajeto tranquilo de ser percorrido a pé, melhor ainda. Mas se eles exigirem um deslocamento maior, você deve saber quais são os valores das tarifas de transporte público, se existem alternativas para fazer o trajeto e ponderar sobre a escolha. Também é possível usar aplicativos de transporte ou o site World Taximeter para simular preços de corridas de táxi. 

Muitas atrações costumam ter um dia com entrada gratuita. Use isso a seu favor na hora de planejar os passeios e, quando não souber um preço, estipule uma média. O ideal é que isso também entre na sua planilha de gastos diários para que você lide melhor com imprevistos no caminho. 

Quanto custa um seguro viagem? Preciso mesmo de um?

Os valores de um seguro viagem variam de acordo com o destino, o tempo de estadia e a cobertura dos serviços disponíveis em caso de emergência. Apesar de não ser obrigatório na maioria dos países, ele é altamente recomendado. 

Se você precisar de atendimento médico no meio do caminho, vai agradecer a si mesmo por ter feito essa escolha, especialmente porque os custos de um seguro são bem menores do que o de uma consulta médica. O valor de um seguro viagem internacional geralmente começa em R$ 12 por dia, podendo ser mais alto de acordo com a cobertura que ele oferece. 

Quanto custa viajar ao redor do mundo?

Se o seu plano de viagem é mais ambicioso e envolve uma volta ao mundo, é só redobrar os cuidados com os pontos que já listamos até aqui e incluir mais algumas etapas no seu planejamento.

A mais importante diz respeito ao financiamento dessa viagem: digamos que você pense em passar um ano só fazendo isso. Como garantir que o dinheiro não acabe no meio do caminho? Quais fontes de renda vão sustentar a sua jornada? Saber as respostas para essas perguntas é o primeiro passo. 

No caminho, você pode se organizar para arranjar um trabalho temporário no destino ou, então, conciliar sua aventura com um emprego que te permita trabalhar de qualquer lugar. Organizar uma volta ao mundo leva mais tempo do que uma viagem mais corriqueira justamente por isso: ela tem data para começar, mas pode não ter uma data para terminar.

Mais algumas dicas para você

  • Às vezes, um pacote de viagem com passagem e hospedagem inclusos pode compensar mais do que comprar cada um deles separadamente. Se a sua intenção é ficar em um único destino, sem pular de cidade em cidade, optar pelo combo pode valer a pena.
  • Está perdido e não faz ideia de como planilhar tudo isso? O site Quanto Custa Viajar pode te ajudar no primeiro passo. Ele é um buscador que estima todos os possíveis custos da viagem em um só lugar. 
  • Use o cartão de crédito a seu favor: se você tem a possibilidade de planejar com antecedência, pode se organizar para parcelar os custos e ir pagando as parcelas até a data da viagem. Num cenário ideal, você consegue quitar tudo até lá. Se o seu cartão tiver benefícios, como cashback, compensa ainda mais usá-lo no planejamento.
  • Lembre-se: planejar a viagem deve ser tão divertido quanto fazê-la. Especialmente se esse for o seu grande sonho. Pense nesse processo como um investimento em algo que trará alegria e boas recordações. Isso vai deixar tudo mais fácil. 

Vale mesmo a pena investir em viagens? Por quê?

Viajar é uma forma de se conectar com o mundo e com os outros. Você nunca volta para casa do mesmo jeito, pois cada lugar te transforma de uma forma única. 

Com as viagens, você pode se abrir para o novo, pode conhecer lugares e pessoas diferentes, constrói repertório, aprende coisas novas, visita paisagens encantadoras e se permite aproveitar o ócio. Viajar é um jeito de criar um momento de descompressão dentro da sua rotina. Sabe essa coisa de investir um pouco em si mesmo? Você pode fazer isso planejando a sua próxima viagem. 

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