Inflação sobe 0,67% em junho; veja os 10 itens que ficaram mais caros no 1º semestre

Inflação sobe 0,67% em junho; veja os 10 itens que ficaram mais caros no 1º semestre

Entenda como a inflação afeta o seu bolso.

O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), índice oficial da inflação, teve uma alta de 0,67% em junho. De janeiro a junho de 2022, os produtos ficaram 5,49% mais caros.  Nos últimos 12 meses, os preços subiram 11,89%, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Desde o fim de 2020, os preços não param de subir em todo o mundo – e mais intensamente no Brasil. Um dos motivos é o aumento da procura por produtos e serviços em um ritmo muito maior do que o da retomada da produção pós-pandemia.

Mas o que está acontecendo com os preços?

Uma inflação maior corrói o valor do dinheiro. Ou seja, o que você comprava ontem com R$ 100 já não consegue comprar hoje.  Além disso, a inflação afeta o custo de muitos produtos financeiros que você conhece bem, como seu cartão de crédito. Ou seja, tudo fica mais caro.

Como isso afeta o seu bolso?

Os produtos e serviços dos setores de Alimentação, Vestuário e Saúde foram os que mais influenciaram o aumento da inflação em junho.  Todos os 9 setores analisados pelo IBGE apresentaram alta no mês.

Quais setores subiram mais?

Veja, ao lado, os 10 produtos que ficaram mais caros no primeiro semestre do ano  – todos são do grupo Alimentação.

E o que ficou  mais caro?

Morango: 106,81% Melão: 64,60% Batata-inglesa: 55,77% Pepino: 55,58% Abobrinha: 54,41% Repolho: 51,74% Cebola: 48,23% Cenoura: 45,67% Manga: 43,67% Leite: 41,76%

Eles não aparecem no top 10 produtos que mais encareceram, mas tiveram fortes altas no primeiro semestre de 2022: Gasolina: 8,06% Gás de botijão: 7,49% Óleo diesel: 33,39%

Mas e os combustíveis?

A inflação resiste e já há uma projeção de que ela fique acima da meta definida pelo Banco Central para este ano, que é de 3,5%. 

A inflação vai  parar de subir?