Cesta básica

Para quem recebe um salário mínimo, o preço chega a comprometer mais de 58% da renda líquida. Veja quais alimentos tiveram as maiores altas.

bate R$ 700

em 2021

A batata é o alimento que teve a maior alta no último mês, com taxas que variam entre 15,51% e 33,78%, dependendo da região.

1. Batata

2. Café em pó

O pó de café também está mais caro, e chegou a aumentar 10,14% em Vitória.

3. Tomate

O preço do tomate subiu em 16 capitais, tendo sua maior alta em Vitória, com uma variação de 55,54%.

4. Açúcar

O quilo do açúcar aumentou em 15 capitais, atingindo 7,05% no Rio de Janeiro.

5. Óleo de soja

O óleo de soja registrou aumento em 13 capitais, chegando a uma variação de 3,22% em Vitória.

Na prática, como isso te afeta?

Segundo o Dieese, em São Paulo, uma pessoa precisa trabalhar mais de 138 horas só para comprar os itens de uma cesta básica.

Para quem tem jornadas de 8 horas por dia e recebe um salário mínimo, isso significa que uma pessoa trabalha mais da metade do mês para conseguir se alimentar.

A cesta básica mais cara em outubro foi a de Florianópolis (R$ 700,69), seguida por: - São Paulo (R$ 693,79),   - Porto Alegre (R$ 691,08), - Rio de Janeiro (R$ 673,85).

Quer saber mais sobre o aumento dos preços?

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