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Veja como declarar Benefício Emergencial e redução de jornada no IR 2021

Receita Federal explica quais campos o trabalhador precisa preencher no Imposto de Renda para declarar o que ganhou como BEm e como ajuda compensatória mensal do empregador.

Benefício Emergencial: ilustração mostra mão segurando uma carteira com setas saindo em direção à uma bola roxa com pontas

A Receita Federal divulgou no dia 8 de março uma explicação para ajudar trabalhadores que receberam o Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda (BEm) a preencher a declaração do Imposto de Renda 2021. 

No caso, há dois valores diferentes que precisam ser inseridos em campos distintos: o recebido do empregador (ajuda compensatória mensal) entra como Rendimentos Não Tributáveis – enquanto o benefício em si, o BEm, é considerado um Rendimento Tributável

Veja, abaixo, um passo a passo.

Como declarar o Benefício Emergencial no IR 2021?

Os valores do BEm precisam ser declarados em “Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoa Jurídica”. Na fonte pagadora, insira o CNPJ número 00.394.460/0572-59.

Já os valores recebidos do seu empregador (empresa) são a ajuda compensatória mensal. Este valor é isento e deve ser informado na parte de Rendimentos Isentos e Não Tributáveis, no item 26 – “Outros”. 

O CNPJ neste caso é o da fonte pagadora (empregador). A Receita recomenda ainda informar “Ajuda Compensatória” na parte de descrição, para ajudar a identificar a origem dos valores.

Como saber quanto recebi de BEm e de Ajuda Compensatória?

Esse valor depende de cada caso. Para saber a sua situação, basta acessar o aplicativo Carteira de Trabalho Digital ou consultar a sua fonte pagadora (empregador).

Quem recebeu o Benefício Emergencial?

O BEm foi pago nos casos de acordo entre trabalhadores e empregadores, como redução proporcional de jornada e suspensão temporária do contrato de trabalho – duas medidas possíveis para ajudar empresas a reduzir o número de demissões durante a pandemia. 

Ou seja: por meio de um acordo, as empresas podiam não demitir os funcionários e pagar apenas uma parcela do salário; o trabalhador manteria o emprego e receberia uma parcela do seguro-desemprego para complementar a renda. 

É por isso que os valores mudam caso a caso. Alguém que teve o contrato suspenso, por exemplo, pode ter recebido 100% do seguro-desemprego no lugar do salário. Já nos casos de redução de jornada,  o salário e a carga de trabalho poderiam ser reduzidos em 25%, 50% ou 70% – e o trabalhador receberia o seguro-desemprego em porcentagem equivalente a essa redução.

Este conteúdo faz parte da missão do Nubank de devolver às pessoas o controle sobre a sua vida financeira. Ainda não conhece o Nubank? Saiba mais sobre nossos produtos e a nossa história.

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