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Pix Cobrança para pagamentos futuros e Pix Agendado: como vão funcionar?

A partir de 14 de maio, os usuários poderão ler e pagar QR Codes de cobranças futuras – já com os encargos e abatimentos calculados.

Pix Cobrança e Pix Agendado: fotografia de um relógio marcando 12 horas e 26 minutos

O Banco Central anunciou novas regras para duas funcionalidades do Pix nesta quarta-feira, 22 de abril: o Pix Cobrança para pagamentos futuros, que vai funcionar como uma espécie de boleto, e o Pix Agendado.

As mudanças foram implementadas pela Resolução BCB nº 88, que traz mais informações sobre como essas novidades vão funcionar.

Pix Cobrança para pagamentos futuros

O Pix Cobrança para pagamentos futuros vai funcionar como um boleto: será possível gerar uma cobrança com vencimento em uma data futura e incluir outras informações além do valor, como juros, multa e descontos.

Dessa forma, lojistas, prestadores de serviço e demais empreendedores terão mais uma opção para receber pagamentos instantâneos de seus clientes numa data futura.

Anunciado primeiramente para janeiro, o Pix Cobrança para pagamentos futuros foi adiado para março e, depois, adiado novamente para maio. Agora, o Banco Central informou que a implementação da funcionalidade ocorrerá em etapas:

  • 1ª etapa: no período de 14 de maio a 30 de junho, as instituições participantes do Pix terão que, no mínimo, possibilitar a leitura do QR Code e o pagamento da cobrança no momento da leitura do código, com todos os encargos e abatimentos calculados corretamente;
  • 2ª etapa: a partir de 1º de julho, todas as instituições participantes do Pix terão de ser capazes de fazer a leitura do QR Code e possibilitar o pagamento em data futura.

De acordo com o Banco Central, isso foi feito para que as instituições tenham mais tempo para finalizar os ajustes em seus sistemas.

Pix Agendado

Outra novidade é que o Pix Agendado não vinculado ao Pix Cobrança, que permite que os usuários agendem um Pix para uma data futura, passará a ser uma funcionalidade obrigatória a todas as instituições participantes do Pix a partir de 1º de setembro de 2021.

Desde que o meio de pagamentos instantâneos foi lançado, em novembro de 2020, essa era uma função opcional às instituições.

Segundo o Banco Central, o objetivo desta mudança é garantir a todos os usuários do Pix a possibilidade de agendar um pagamento instantâneo.

Vale lembrar que todas as instituições participantes do Pix são obrigadas a oferecer a leitura de QR Code e geração de QR Code estático para pessoas físicas, mas a oferta do Pix Cobrança – que permite gerar cobranças com o Pix – é opcional. Isso significa que as instituições podem, ou não, oferecer essa funcionalidade aos seus clientes.

Pix no Auxílio Emergencial 2021

Por fim, o Banco Central também anunciou a possibilidade de movimentar o auxílio emergencial 2021 com o Pix. 

Com isso, quem recebe as parcelas do novo auxílio emergencial poderá, a partir de 30 de abril, movimentar o dinheiro da poupança social digital da Caixa usando o Pix. Essa nova função, entretanto, não poderá ser usada para transferências entre contas do beneficiário – apenas para fazer pagamentos ou transferir para contas de outras pessoas.

Ou seja: uma pessoa que recebe o auxílio emergencial não poderá usar o Pix para mandar o dinheiro para uma conta em seu nome em outra instituição. A transferência só será liberada caso a conta de destino seja de outra pessoa. Saiba mais.

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