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Resta uma semana para declarar o IR 2021 – o que você precisa saber?

Para não ter imprevistos, confira um guia com as respostas para algumas das principais dúvidas de quem deixou a declaração para a última semana.



Você, que foi deixando a declaração do Imposto de Renda 2021 para a semana seguinte (quem nunca?), atenção: o último dia para declarar é 31 de maio, segunda-feira. Ou seja: não dá mais para adiar.

Para não ter imprevistos, confira abaixo um guia com tudo o que você precisa saber e prepare-se.

Tem problema declarar o IR nos últimos dias?

Na prática, não existe nenhum problema em declarar o Imposto de Renda nos últimos dias. O que pode acontecer, entretanto, é você ter menos tempo para corrigir a declaração caso o sistema aponte alguma inconsistência nas informações. Por isso, é importante não deixar isso, literalmente, para a última hora.

Além disso, se na hora de preencher a declaração você descobrir que tem algum documento faltando, vai ter que correr para conseguir a tempo.

Mas por que dizem que é bom declarar cedo?

Existem dois bons motivos para isso:

  1. Tempo para ajustes: caso o sistema aponte algum erro na declaração, você tem mais tempo para corrigi-lo e evitar cair na malha fina;
  2. Aumentar as chances de receber mais cedo a restituição do Imposto de Renda: de acordo com a Receita Federal, quanto antes a declaração for entregue, mais provável que a restituição também seja paga antes.

Como baixar o programa do Imposto de Renda 2021?

O programa gerador da declaração do Imposto de Renda 2021 pode ser baixado no site da Receita Federal. Para isso, é preciso escolher o sistema operacional de seu computador – Windows, MacOS, Linux e Multiplataformas. 

Outra opção é baixar o aplicativo Meu Imposto de Renda, disponível para Android e iOS, e fazer a declaração pelo celular. 

Vale dizer que, desde o dia 21 de maio, também é possível tirar dúvidas sobre o Imposto de Renda com uma assistente virtual no app Meu Imposto de Renda.

Quem precisa declarar o Imposto de Renda 2021?

Na prática, precisa declarar o Imposto de Renda quem se encaixa em algum dos critérios estabelecidos pela Receita Federal: 

1. Recebeu o auxílio emergencial em 2020 e teve rendimentos tributáveis acima de R$ 22.847,76 (sem contar o valor do benefício)

Quem recebeu o auxílio emergencial em 2020 e teve rendimentos tributáveis acima de R$ 22.847,76 (sem contar o valor do benefício) deve declarar o Imposto de Renda, declarar os valores recebidos do auxílio e devolver o benefício.

Rendimentos tributáveis são aqueles que entram no cálculo do imposto de renda, como salários, férias, comissões, renda com aluguel, benefícios previdenciários, entre outros.

Ou seja: se você ou seus dependentes receberam o auxílio emergencial em 2020 e você registrou, ao longo do ano, renda tributável acima de R$ 22.847,76 (sem contar o auxílio), é obrigado a declarar o IR e incluir nele o benefício recebido por você e/ou por seus dependentes.

Se o total de rendimentos foi abaixo desse valor, entretanto, não é preciso declarar o Imposto de Renda nem devolver o auxílio.

Vale dizer que quem recebeu pagamentos do auxílio emergencial em 2021 não deve incluir estes, especificamente, na declaração – eles devem ser declarados somente em 2022 e seguindo uma nova legislação, ainda não especificada.

2. Recebeu, ao longo de 2020, mais de R$ 28.559,70 em rendimentos tributáveis

Como dito acima, rendimentos tributáveis são salário, horas extras, férias, direitos autorais, valores recebidos do INSS, aluguéis, rendimento de investimentos, benefícios, pensões, entre outros. Se a soma de tudo o que você ganhou em 2020 nesses itens for maior do que R$ 28.559,70, é preciso declarar.

3. Possuiu, até 31 de dezembro de 2020, imóveis, veículos e outros bens cujo valor total é superior a R$ 300 mil.

Caso o valor dos bens em seu nome somavam mais de R$ 300 mil até 31 de dezembro de 2020, você precisa declarar. São considerados bens: imóveis, veículos, obras de arte, jóias, antiguidades e outras propriedades.

4. Ganhou capital com a venda de imóveis, veículos e outros bens sujeitos à tributação

Se você vendeu um imóvel ou veículo próprio e ganhou dinheiro com essa transação, independentemente do valor, é necessário declarar o Imposto de Renda. Operações em bolsa de valores, de títulos futuros ou de mercadorias também são sujeitos à tributação no caso de ganho de capital.

5. Teve renda de atividade rural superior a R$ 142.798,50

Se a renda bruta obtida com atividade rural em 2020 foi superior a R$ 142.798,50, você precisa declarar o IR 2021.

6. Recebeu mais de R$ 40 mil em rendimentos isentos e não tributáveis ou tributáveis na fonte

Entre os rendimentos não tributáveis estão indenizações trabalhistas, herança e doações recebidas, rendimentos com a caderneta de poupança, indenização de seguros, seguro-desemprego, entre outros mais específicos.

Já os tributáveis na fonte são aqueles recebidos em concursos, loterias, décimo terceiro salário e títulos de capitalização, entre outros.

Deve declarar somente quem recebeu mais de R$ 40 mil considerando o valor de todos os rendimentos. Por exemplo: se décimo terceiro, caderneta de poupança e seguro-desemprego juntos somarem R$ 40 mil.

Ou seja

Se você se encaixa em algum desses critérios, é obrigado a declarar o Imposto de Renda. A única exceção é caso você entre como dependente na declaração de outra pessoa – nesta situação, você não pode entregar uma declaração própria.

Já quem não se encaixa em nenhuma dessas condições não precisa declarar o IR. 

Quais são os tipos de declaração?

Existem dois tipos de declaração que podem ser enviadas à Receita Federal: a declaração simples e a declaração completa. 

De forma geral, a declaração completa é a mais indicada para contribuintes que, por exemplo, têm filhos, pagam colégio particular, contribuem para previdência privada e têm outros gastos. Afinal, esse modelo permite detalhar todos esses gastos extras e aumentar o valor da dedução do imposto.

Confira mais detalhes abaixo:

Declaração simples

Na declarações simples, a Receita Federal aplica um desconto padrão de 20% – limitado a R$ 16.754,34 – sobre todos os rendimentos tributáveis recebidos em 2020.

Por isso, ela é indicada para os contribuintes cujas despesas dedutíveis – ou seja, gastos que podem ser abatidos do cálculo do IR – forem menores que 20% do total de receitas tributáveis ou cujos rendimentos tributáveis sejam de, no máximo, R$ 16.754,34.

Por exemplo: se seus rendimentos tributáveis em 2020 somaram R$ 30 mil, serão deduzidos R$ 6 mil (20% de R$ 30 mil) no modelo simplificado. Se suas despesas dedutíveis somarem mais de R$ 6 mil, portanto, vale a pena optar pela declaração completa. 

Declaração completa

Na declaração completa, todas as possibilidades de abatimento do imposto são consideradas – gastos com educação, saúde, dependentes, contribuição para previdência privada, entre outros. Com isso, o dedução de imposto poderá ser maior que 20%.

E se estiver em dúvida sobre qual é a melhor opção?

Não se preocupe! O próprio programa de declaração do Imposto de Renda sugere qual é o tipo de declaração mais indicado para cada pessoa. Se você fizer a declaração completa, por exemplo, e a mais adequada para você for a simplificada, a Receita migrará os dados automaticamente para o modelo simples.

Calendário da restituição do Imposto de Renda 2021

Neste ano, os lotes de restituição do Imposto de Renda serão pagos entre 31 de maio e 30 de setembro – os lotes residuais não são incluídos nesse calendário. No total, serão 5 lotes, pagos segundo o cronograma abaixo:

LoteData
31/05/2021
30/06/2021
30/07/2021
31/08/2021
30/09/2021

Funciona assim: a cada mês, uma parte dos contribuintes recebe sua restituição diretamente na conta indicada na hora da declaração. Como você está declarando na última semana, provavelmente recebe no último lote.

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