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Nubank analisa quais estados brasileiros são os campeões do delivery

São Paulo, Distrito Federal e Paraná lideram o ranking.

Ilustração com o contorno do mapa do Brasil sobre um fundo azul claro. Três bolas de tamanho diferentes aparecem em pontos distintos no mapa, uma roxa, uma roxa e outra lilás

São Paulo, 16 de dezembro de 2020 – Levantamento do Data Nubank revela que 99,8% dos seus usuários optam pelo cartão de crédito na hora de pagar pela entrega de comida via aplicativo. Clientes do banco digital que moram em São Paulo (15,28%), no Distrito Federal (15,08%) e no Paraná (13,94%) são os que mais utilizam esse serviço por meio do cartão (com funções de débito e crédito).

O levantamento analisou os pedidos de comida realizados em novembro deste ano por pessoas que possuem o roxinho, considerando os principais apps de entrega.

Passa no crédito

Brasileiros que possuem cartão do Nubank com funções de crédito e débito realizaram cerca de três pedidos ao mês com gasto médio de R$ 41,61 por entrega. Segundo o banco digital, 81% dos pagamentos no crédito foram feitos por millennials, indivíduos de 18 a 35 anos de idade, e 43% por consumidores com renda até R$ 2 mil.

Pode debitar

Por outro lado, o pagamento no débito é o queridinho de 88% dos clientes do Nubank de 18 a 35 anos de idade que pedem comida via aplicativos de delivery.

Quem opta por esta forma de desembolso realiza em média 1,4 pedidos ao mês, com gasto médio de R$ 36,13 por entrega. O débito também é o meio mais utilizado por 50% dos usuários do banco digital com renda de até R$ 2 mil.

Hábitos de consumo na pandemia

O estudo do Nubank analisou também o comportamento dos clientes que realizaram compras no crédito em supermercados e revela que mais de 97,7% deles preferiu fazê-las presencialmente no mês de novembro.

Quem optou por esta modalidade fez cerca de 3,5 compras no mês, com gasto médio de R$ 46,25 em cada uma. Interessante observar que os 2,3% que elegeram a internet como meio de compra, concentraram um maior número de produtos na mesma cesta ao realizarem 1,4 pedidos no período, com desembolso médio de R$ 192,29 – valor semelhante ao total gasto no mês em compras presenciais.

O levantamento do banco digital também verificou que a quantidade de clientes realizando compras virtuais dessa categoria teve destaque nos quatro primeiros meses de quarentena, passando de 1,6% em março para 2,5% em julho de 2020.

Segundo o Data Nubank sobre digitalização financeira na pandemia, compras presenciais em supermercados aumentaram mais de 10% durante a quarentena imposta pelo novo coronavírus: em março, abril e maio de 2020, elas representaram uma média de 29,9% do total dos gastos presenciais com cartão de crédito – neste mesmo período em 2019, eram de apenas 18,8%.

Uma hipótese para este comportamento é a necessidade de circulação, ainda que mínima, ao ir ao supermercado, aliada à demanda imediata por alimentos e medicamentos, sobretudo no início da pandemia, quando os prazos de envio podiam ser maiores – bem como a restrição logística para entregas em algumas regiões do país.

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